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Usina hidrelétrica Santa Branca no Paraná: R$ 400 milhões e geração de 62 MW de energia

Usina Hidrelétrica de Mauá

Hidrelétrica de Mauá. Foto: Josue Teixeira/Gazeta do Povo

Uma nova hidrelétrica no Paraná, a Usina de Santa Branca, planejada para o Rio Tibagi, será licitada no próximo leilão de energia marcado para 29 de abril de 2016 pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A nova usina hidrelétrica, Santa Branca, contará com duas turbinas, terá capacidade máxima de 62 megawatts (MW), sendo capaz de abastecer aproximadamente 180 mil habitantes e terá um custo de construção previsto de R$ 400 milhões e preço máximo da energia gerada de R$ 195,00 por MWh (megawatt-hora), sendo que a empresa que oferecer menor tarifa com base neste teto, ganhará a concessão da hidrelétrica.

Segundo a ANEEL, o vencedor da concessão terá que colocar em funcionamento a primeira turbina da usina Santa Branca a partir de janeiro de 2021 e a segunda turbina a partir de março do mesmo ano.

A usina Santa Branca, estará situada no município de Tibagi, ficará rio acima da central geradora de Mauá (361 MW), a última usina hidrelétrica de médio porte construída no Paraná, inaugurada no fim de 2012.

Diferente de várias usinas hidrelétricas que o governo federal quis licitar – sem sucesso – nos últimos anos no Paraná, a usina Santa Branca já possui licença ambiental prévia, documento foi emitido pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em 25 de janeiro.

Outros projetos

Além da usina hidrelétrica de Santa Branca a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), empresa estatal que cuida do planejamento do setor elétrico, já habilitou outras 13 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) paranaenses para o leilão, sendo no total, 802 projetos em todo o país a serem licitados.

A esmagadora maioria dos projetos a serem licitados são de energia eólica, cerca de 693 projetos com capacidade total de geração de 17.131 MW. A seguir, conforme a potência, temos os projetos de termoelétricas a gás natural (9 projetos com 7.449 MW), a carvão (5 projetos com 2.267 MW) e movidas a biomassa (40 projetos com 1979MW; as PCHs (52 projetos com 670 MW); e por último, as hidrelétricas (2 projetos com 111 MW). Além destas, ainda houve a habilitação para uma termoelétrica a biogás, de 21 MW.

Fonte: Matéria de Fernando Jasper da Gazeta do Povo.

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